Vista incrível do alto de uma escadaria em Ramos com o Morro do Adeus à direita (observe a estação do teleférico |
A zona (ou região, ou subúrbio) da Leopoldina é, segundo Nei
Lopes, em seu Dicionário da Hinterlândia Carioca, a “denominação
tradicional dada ao conjunto dos bairros servidos pelo ramal ferroviário
antigamente chamado de LEOPOLDINA, e que formam o segmento nordeste do
Município do Rio de Janeiro.” Atualmente é servida pelos trens da linha
Gramacho da Supervia que saem (pelo menos nos dias úteis) de quinze em quinze
minutos da Plataforma 12 da Estação Central
do Brasil. O bairro de Ramos celebrizou-se graças ao bloco Cacique de Ramos,
cuja sede na verdade fica em Olaria, e ao Piscinão de Ramos, que a rigor fica
no complexo da Maré. Um passeio a pé por esses dois bairros revela algumas
surpresas, como uma velha sinagoga (entre os anos 30 e 60 do século XX existiu
uma comunidade judaica pujante na Leopoldina) que parece funcionar até hoje, e
a singela igrejinha de Nossa Senhora
da Conceição de Ramos, no Morro da Bela Vista, com belos painéis de azulejos e
uma vista espetacular para a Igreja da Penha. Vale a pena ir até lá. E se o Cacique está em Olaria, em Ramos temos a quadra da Escola
de Samba Imperatriz Leopoldinense.
Fotos tiradas pelo editor do blog, e textos explicativos dos dois bairros escaneados do livro Rio Bairros: Uma Breve História dos Bairros Cariocas - De A a Z (que você vê na foto do alto da postagem) do pesquisador Robson Letiere, que se deu ao trabalho de desenhar bandeiras para cada um dos bairros que constituem o município do Rio de Janeiro. Quem estiver interessado no livro do Robson (que custa barato e vale a pena ter devido à riqueza de informações) pode contactá-lo pelo e-mail concurso@bandeirascariocas.com.br ou telefone (21) 99730-3180.
Fotos tiradas pelo editor do blog, e textos explicativos dos dois bairros escaneados do livro Rio Bairros: Uma Breve História dos Bairros Cariocas - De A a Z (que você vê na foto do alto da postagem) do pesquisador Robson Letiere, que se deu ao trabalho de desenhar bandeiras para cada um dos bairros que constituem o município do Rio de Janeiro. Quem estiver interessado no livro do Robson (que custa barato e vale a pena ter devido à riqueza de informações) pode contactá-lo pelo e-mail concurso@bandeirascariocas.com.br ou telefone (21) 99730-3180.
Casa de 1915 com bonita fachada adornada na Rua Aureliano Lessa (Ramos). |
Casa de 1917 com fachada profusamente adornada na Rua Aureliano Lessa (Ramos). |
Painel de azulejos de Nossa Senhora de Fátima na fachada de uma casa na Rua N.S. das Graças (Ramos). |
Antigo Cine Ramos, atual Igreja Universal, em prédio com linhas art déco simplificadas, que funcionou de 1934 a 1969. |
Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, cujo nome homenageia os subúrbios servidos pelos trens da antiga linha da Leopoldina. |
Casinha de ladeira com a vista que você pediu a Deus. |
Santa Ceia de António Igrejas de 1998 na Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Ramos. |
Igreja da Penha vista do Morro da Bela Vista, em Ramos. |
Filosofia de rua: "Será que a Terra é o Inferno de outro Planeta?", de Xédom. Faz sentido! |
Painel bucólico de António Igrejas na fachada de um pequeno prédio na Rua João Silva, em Olaria. |
Salve o Cacique de Ramos, patrimônio cultural do Rio. |
Matriz de São Geraldo (1932 - Olaria) cujas linhas geométricas refletem o estilo art déco predominante na época. |
Lateral da Matriz de São Geraldo. Aqui o geometrismo art déco fica bem perceptível. |
Palácio Maçônico de Olaria com linhas neoclássicas (1930). |
Chegada do trem na estação de Olaria. |