O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligará Centro e
Região Portuária em aproximadamente 28km de trilhos e 32 paradas. Projeto da Prefeitura do Rio fortalece o conceito de
transporte público integrado ao conectar metrô, trens, barcas, teleférico,
BRTs, redes de ônibus convencionais, terminal marítimo de passageiros e aeroporto Santos Dumont. Com
funcionamento 24h por dia, 7 dias por semana, o sistema terá capacidade de
transportar 300 mil passageiros por dia. Mais informações no site do VLT. A seguir fotos do editor do blog do protótipo exposto na Cinelândia. O VLT é a nova encarnação do bonde que por um século transportou os cariocas cidade afora, mas extinto nos anos sessenta (com a honrosa exceção de Santa Teresa) para ser substituído pelo mal-sucedido "trólei" (ônibus elétrico) — é o "bondinho do futuro". Seja bem-vindo!
Desde 2005, o melhor blog sobre o Rio de Janeiro, seus encantos, história, literatura, arquitetura e arte. A partir de 2019, mostrando também São Paulo, para onde o editor do blog se mudou.
ENSEADA DE BOTAFOGO
"Andar pelo Rio, seja com chuva ou sol abrasador, é sempre um prazer. Observar os recantos quase que escondidos é uma experiência indescritível, principalmente se tratando de uma grande cidade. Conheço várias do Brasil, mas nenhuma tem tanta beleza e tantos segredos a se revelarem a cada esquina com tanta história pra contar através da poesia das ruas!" (Charles Stone)
VISTA DO TERRAÇO ITÁLIA
“São Paulo, até 1910 era uma província tocada a burros. Os barões do café tinham seus casarões e o resto era pouco mais que uma grande vila. Em pouco mais de 100 anos passou a ser a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo. É pouco tempo. O século XX, para São Paulo, foi o mais veloz e o mais audaz.” (Jane Darckê Avelar)
1.8.15
27.7.15
A VOLTA DO BONDINHO DE SANTA TERESA
Como antigo morador de Santa Teresa (fiz várias postagem neste blog sobre o bairro — para ver clique no label Santa Teresa
ao final) eu sentia saudades do bondinho. Com sua operação
interrompida após grave acidente em agosto de 2011, o sistema teve de ser totalmente
remodelado (porém preservando o mesmo aspecto do bonde antigo por
se tratar de bem tombado) e sua volta, originalmente prevista para antes da Copa, foi
sendo sucessivamente adiada. Nesse ínterim, entraram em operação dois BRTs, o
metrô estava chegando na Barra, um vagão do VLT, o "bonde do futuro", já vinha sendo exibido na
Cinelândia, e cadê o bondinho?
Ontem, aproveitando o Arte de Portas Abertas pra
matar saudades do meu antigo bairro, fiquei sabendo, assim por acaso, em visita
ao Museu do Bonde (abrigado no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo) que ele voltaria a operar (pré-operação, para ser preciso) "AMANHÃ"!!! Milagre! À noite a boa nova havia saído no Globo
Rio: “Um cartão-postal da cidade voltará, enfim, a fazer parte da paisagem.
O bondinho de Santa Teresa começa a circular nesta segunda-feira sobre os Arcos
da Lapa, quase quatro anos após interromper a operação devido ao acidente que
deixou seis mortos e 57 feridos.”
Fui lá conferir. Outros tiveram a mesma ideia. Na Estação Carioca do bonde deparei com uma fila que duraria duas horas. Aí tive a ideia: fazer o trajeto inverso, do ponto final (Curvelo, por ora) ao ponto inicial. Subi Ladeira de Santa Teresa acima e — bingo — após enfrentar fila bem menor que a de baixo, consegui meu intento. Aí está o filminho!
| Estação Curvelo |
Santa Teresa: O Último Reduto (texto transcrito de um folheto obtido uns três anos atrás no Museu do Bonde)
Nem sempre os bondes que hoje servem ao bairro de Santa Teresa
circularam pelos coloniais Arcos da Lapa. Este trajeto só foi inaugurado em
1895. Até então os trilhos da CIA. Ferro Carril de Santa Teresa — organizada em
1872 — partindo da Praça XV, passavam pela Lapa e atingiam o Largo dos
Guimarães pela Rua do Aqueduto (atual Almirante Alexandrino). Era o Plano
Inclinado de Santa Teresa, em atividade desde 1877.
O bonde elétrico chega a Santa Teresa em 1896, ano em que se
dá também a criação de várias linhas. Estendendo-se por todo bairro, atingia o
Silvestre até próximo ao Corcovado, importante ponto de atração de turistas.
No momento, Santa Teresa é o último reduto carioca onde
circulam estes veículos que determinaram, num certo sentido, a ocupação
espacial da cidade, dilatando a zona urbana, espraiando a população, permitindo
habitar-se fora do centro.
20.6.15
TESOUROS HISTÓRICOS NA ILHA DAS COBRAS: CELA DE TIRADENTES & FORTALEZA E CAPELA DE SÃO JOSÉ
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| Vista panorâmica de James Forbes da Ilha das Cobras em 1765, com a Capela de São José em destaque no alto do morro, ainda não "embutida" na estrutura do HCM como atualmente |
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| A Ilha vista em 1850 em litografia (parte) de 1850 de Friedrich Pustkow. A capela continua firme e forte. |
| Ponta de diamante no lado oeste da muralha da antiga Fortaleza de São José na Ilha das Cobras |
Além de conter importantes instalações da Marinha, como o Arsenal, o Hospital Central da Marinha (HCM) e o Comando Geral do Corpo dos Fuzileiros Navais (do qual faz parte o Museu dos Fuzileiros Navais que
será objeto de futura postagem deste blog), a Ilha das Cobras abriga tesouros
historicíssimos: a cela onde Tiradentes ficou preso de 1789 a 1792 (e a respectiva
chave), uma capelinha dos Beneditinos, que foram os primeiros donos da ilha — Capela de São José, construída na primeira década do século XVIII, que nas
gravuras antigas a gente vê em destaque no alto do morrinho, mas agora
“encaixada” na estrutura do Hospital — e remanescentes da antiga fortaleza de São
José, do séc. XVIII, “destinada a incommodar os Navios que fundiarem no
ancoradouro, como tambem para defender o desembarque que se intentar na praia
da Cidade, desde a ponta do Trem athé o Morro de S. Bento”, como lemos na
legenda de uma planta de 1789. Agradeço ao Almirante Barra por ter proporcionado a visita à ala oeste da antiga fortaleza e por autorizar que fotografássemos esse patrimônio.
| Divinum Opus Sedare Dolorem - Aliviar a dor é obra divina: arco de cantaria no HCM remanescente do antigo forte |
| Muralha remanescente do forte antigo (vista de cima para baixo) |
| Degraus de pedra remanescentes do forte antigo |
| Entrada da cela de Tiradentes (porta à esquerda) |
| Porta da cela de Tiradentes, que permaneceu aqui de 1789 a 1792 (embora em seus últimos dias permanecesse na Cadeia Velha, local do atual Palácio Tiradentes), quando foi enforcado |
| Chave da cela |
| Dentro da cela |
| A capelinha do Beneditinos (São José), que nas gravuras antigas se destacava no alto do morrinho, agora "encaixada" na estrutura do Hospital Central da Marinha |
| Calçamento em pedra de lioz portuguesa (na frente), gnaisse carioca (no meio) e pedra de São Tomé mais recente (atrás, em trecho recuperado após desmoronamento) |
| Portada de pedra de lioz |
| Nave da Capela de São José com imagem de N.S. das Graças no centro do altar |
| Janela da capela |
| Piso de ladrilhos hidráulicos |
| Porta aberta |
| A mesma vista hoje, com o Edifício RB1 erguendo-se atrás do mosteiro |
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| George Leuzinger (editor), Arsenal da Marinha visto da Ilha das Cobras, década de 1860 |
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| Alfred Martinet, Vista do Rio de Janeiro tomada da Ilha das Cobras, litografia, 1847 |
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| Fielding, Newton Limbird Smith, Rio de Janeiro from Ilha das Cobras, água-tinta aquarelada de 1833. Gravuras e fotos antigas aqui mostradas obtidas na Biblioteca Nacional Digital |
| O Pão de Açúcar e Corcovado continuam visíveis da Ilha (este último parcialmente encoberto pelo quinto dos prédios mais altos da direita para a esquerda). Fotos atuais do editor do blog. |
FORTALEZA DE SÃO JOSÉ (Texto extraído de Sandra Zivkovic Moraes, As fortificações da cidade do Rio de Janeiro, Coleção Patrimônio Turístico - Volume III, publicado em 2006 pela Prefeitura)
Por
ser considerada como um ponto estratégico na defesa da cidade do Rio de
Janeiro, os portugueses desde o início dos anos seiscentos, edificaram diversas
fortificações na Ilha de Paranapecu, ou das Madeiras, atual Ilha das Cobras.
A
primeira fortificação, denominada de Santa Margarida é datada de 1624.
Em
1639, foi construída uma outra fortificação que recebeu o nome de Santo
Antônio.
Em
1703, foi construído, ao longo da praia, um forte de faxina. A fortificação
definitiva, denominada de Fortaleza de São Jose, foi edificada a partir de
1735, sob a direção do Brigadeiro e Engenheiro Militar José da Silva Paes, com
projeto de autoria do engenheiro-mor do Reino, Manuel de Azevedo Fortes.
Em
1736 iniciaram-se obras de reconstrução e ampliação da mesma, concluídas em
1763, no governo de Gomes Freire de Andrade. Nela foram recolhidos, em 1789, os
presos da Inconfidência Mineira, dentre os quais Joaquim José da Silva Xavier,
o Tiradentes.
Foi
desarmada durante a Regência, em 1831, e utilizada como uma prisão civil. Nessa
época, a Ilha aquartelava o Corpo de Artilharia da Marinha e, em 1838, nela
estava também instalado o Hospital da Marinha, mais tarde Hospital Central da
Marinha. A fortaleza foi remodelada com a Questão Christie, passando a contar
com trinta e quatro canhões (1880), e subordinando-se ao então Ministério da
Guerra, tendo sido classificada como de 1a Classe.
Posteriormente foi desarmada, e suas instalações foram absorvidas pela Marinha
do Brasil (Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Comando Geral do Corpo de
Fuzileiros Navais, Presídio da Marinha e Hospital Central da Marinha).
14.6.15
AZULEJOS DECORATIVOS
| Painel de azulejos numa padaria da Rua do Riachuelo |
| Galeria Scenarium com fachada de azulejos & exposição permanente de azulejos |
| Azulejos com motivos marinhos em muro de casa na Urca |
Uma herança bendita da colonização lusitana é o uso de
azulejos como ornamento arquitetônico (que se distingue do seu uso meramente
utilitário): na decoração de fachadas, muros e interiores de casas; em naves,
sacristias, torres e até cúpulas de igrejas; em painéis artísticos — em
projetos modernistas como Pedregulho e o Palácio Gustavo Capanema, na arte
ambiente contemporânea (por exemplo, o painel alusivo ao frescobol em Copacabana) ou mesmo em bares, padarias etc. —; no revestimento de fontes,
bancos e outros objetos; ou mesmo o uso de um azulejo isolado, comum
nas fachadas das construções em estilo Missões (neocolonial hispano-americano)
ou nos registros de santos das casinhas de subúrbio.
O emprego dos azulejos (“peças de cerâmica vitrificadas e/ou
esmaltadas usadas, sobretudo, no revestimento de parede”) na arquitetura
remonta às velhas civilizações orientais (assíria, persa, egípcia, chinesa),
tendo sido assimilado pelo mundo árabe que, em sua expansão, trouxe-o à
Península Ibérica, encontrando ampla utilização em Portugal com o florescimento
do estilo manuelino. (Mais informações na Enciclopédia Cultural Itaú clicando aqui.)
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| Azulejos art nouveau na Escadaria Selaron (Lapa) |
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| Casa com fachada de azulejos e beiral de telhões de louça no Morro da Conceição |
| Casa na Rua Sorocaba (Botafogo) com fachada de azulejos esmaltados |
Para o apreciador da arte da azulejaria gostaríamos de
recomendar estas quatro fontes:
1) Blog Azulejos
Antigos do Rio de Janeiro de Fábio Carvalho, pesquisador da história da
indústria de louça brasileira e autor do livro Porcelana Brasil - Guia de
Marcas.
2) Postagem “Os
painéis de azulejos e os mosaicos da cidade do Rio de Janeiro” no blog As
histórias dos monumentos do Rio de Janeiro de Vera Dias, Gerente de Monumentos
e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
3) A exposição permanente Azul Cobalto,
Azulejos e Memórias na Galeria Scenarium (Rua do Lavradio, 15 - Centro)
4) As postagens com label "azulejos" do excelente blog A Vida Numa
Goa.
| Palácio São Clemente (Consulado de Portugal) em Botafogo |
| Azulejo com motivo religioso (aqui Nossa Senhora de Fátima, mas poderia ser um santo) típico das casinhas de subúrbio |
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| Fonte com revestimento de azulejos na Floresta da Tijuca |
A seguir, trecho de Comunicação de Fábio Carvalho apresentada no Segundo Encontro O AZULEJO HOJE, no dia 6/12/2013, no Teatro Aberto, Lisboa, Portugal. Para ler o texto integral clique aqui.
Neste curto espaço de tempo em que me dedico aos azulejos no
casario antigo do Rio de Janeiro, talvez o dado mais interessante que pude
constatar, naturalmente de forma ainda preliminar, é que apesar de popularmente
acreditarmos que todos, ou quase todos, os azulejos antigos no Rio de Janeiro
são portugueses (o que é compreensível, dada nossa origem como colônia
portuguesa), não está correto. Na verdade, grande parte dos azulejos antigos de
fachada no Rio de Janeiro até agora encontrados e registrados são,
quantitativamente falando, em primeiro lugar holandeses, em segundo franceses.
Há ainda azulejos belgas, ingleses e (talvez) alemães. Os azulejos portugueses
encontram-se em quantidade surpreendentemente pequena. Minha pesquisa engloba
apenas os azulejos que ainda encontram-se em fachadas, mas mesmo em algumas
escavações arqueológicas de sítios do século XIX que pude ter acesso ao
material coletado, a maior parte dos azulejos é também proveniente da Holanda. [...]
No levantamento já realizado, podemos perceber alguns
padrões decorativos em azulejos holandeses similares aos encontrados em
Portugal [...] Além disso, encontramos ainda nas fachadas do casario antigo do
Rio de Janeiro azulejos de origem holandesa e francesa que compartilham um
mesmo padrão decorativo.
Outro dado interessante do uso de azulejos no Rio de Janeiro
é a mistura dos padrões, bem como a combinação de azulejos de mais de uma
nacionalidade, em um mesmo imóvel. Não é incomum ver num imóvel um padrão sendo
usado por toda a fachada, mas com um friso ou faixa formada por outro padrão.
Mas há casos onde usou-se um padrão para as áreas principais da fachada, outro
padrão para o friso abaixo da platibanda, um terceiro padrão para áreas
verticais destacadas da fachada, como se fossem colunas, ainda um quarto padrão
para a platibanda... E muitas vezes, cada padrão é acompanhado por uma
cercadura diferente do outro.
Outro fato notável é a quantidade de imóveis com telhões de
faiança pintada ainda existentes no Rio de Janeiro. Já foram registrados 20
imóveis com beirais em telhão de faiança pintada na cidade. Encontram-se também
outros elementos decorativos em faiança, como urnas, pinhas e estátuas. Aí sim,
nos telhões e ornamentos de faiança, há a soberania portuguesa.
Mesmo que se confirme a tendência apresentada neste
levantamento inicial, de que a maior parte dos azulejos antigos de fachada no
Rio de Janeiro seriam holandeses e em segundo lugar franceses, ainda assim, a
sua forma de uso e aplicação é tipicamente luso-brasileira, ou seja, fachadas
frontais de imóveis revestidas de azulejos, quase sempre associados com
trabalho em cantaria. E ainda por cima, os azulejos antigos no Rio de Janeiro
encontram-se em fachadas com arquitetura similar àquela do norte de Portugal do
mesmo período (meados do século XIX até os primeiros anos do século XX). Talvez
daí também se pensar apressadamente que os azulejos antigos no Rio de Janeiro
sejam portugueses.
Por fim, acho interessante apontar para um outro uso
característico para os azulejos no Rio de Janeiro (mas que também acontece em
algumas outras cidades brasileiras): cúpulas de igreja azulejadas. Algumas
vezes os azulejos são aplicados de forma homogênea, em outras, são cortados de
forma a compor desenhos em mosaico. E o efeito do brilho e colorido dos
azulejos em contraste com a cantaria é algo de grande beleza, emprestando às
cúpulas uma sensação de leveza.
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| Azulejos da Igreja de N.S. da Saúde. A história de José no Egito representa |
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| Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro (conhecida como Igreja da Lapa) e casa conventual |
| Painel de azulejos homenagean |
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Painel de azulejos homenagean
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| Casa no Grajaú em estilo Missões (neocoloni |
6.6.15
SOCIEDADE BRASILEIRA DE BELAS ARTES, ANTIGO SOLAR DO MARQUÊS DE LAVRADIO
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| O solar, prédio do século XVIII posteriormente neoclassicizado e ecleticizado |
Localizad
| Pisos de ladrilhos hidráulicos de reformas do início do século XIX e azulejos do começo do século XX |
| Quadros numa exposição |
| "A arte é um exercício da alma, onde o que fala mais alto é o coração e a intuição do artista, sendo auxiliada pela técnica. A arte é a minha oração." Gian Paolo Dottes |
| Ateliê de pintura |
| Quadros numa exposição II |
Matéria de Simone Candida de 30/3/2015 em O Globo aborda a restauração do solar e sua reabertura ao público. A seguir, um trecho. Para ler na íntegra clique aqui.
"A reforma, iniciada em 2010 e orçada em R$ 3 milhões,
acabou custando cerca de R$ 6 milhões.
— Apesar de ter passado por intervenções, o prédio tinha uma
estrutura interna muito antiga, que estava consumida por cupins. O telhado, os
forros e pisos tiveram que ser refeitos. A fachada estava em relativo bom
estado — enumera Paulo Vidal, diretor-geral do Inepac, dizendo que algumas
áreas, como os banheiros, foram modernizadas. [...]
A restauração foi custeada
pela WTorre RJC Patrimonial Ltda., em contrapartida pela construção de um
prédio na região."
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