RIO DAS ALTURAS: Assim se chama o livro recém-publicado pela Editora Andrea Jakobson com fotos deslumbrantes, tiradas de helicóptero por Nilo Lima. Em seu site Das Alturas, diz Nilo: “Há mais de 10 anos, fotografar voando tem sido minha paixão. Adoro as nuvens, a sensação do vôo, as cores do Rio e o clique da minha Nikon.” As fotos desta postagem são de um PPS (slides do Power Point) que circulou pela Internet. Outras fotos, disponibilizadas para uso não-comercial, você encontra em Das Alturas. Para mais informações sobre o livro clique aqui.
Desde 2005, o melhor blog sobre o Rio de Janeiro, seus encantos, história, literatura, arquitetura e arte. A partir de 2019, mostrando também São Paulo, para onde o editor do blog se mudou.
ENSEADA DE BOTAFOGO
"Andar pelo Rio, seja com chuva ou sol abrasador, é sempre um prazer. Observar os recantos quase que escondidos é uma experiência indescritível, principalmente se tratando de uma grande cidade. Conheço várias do Brasil, mas nenhuma tem tanta beleza e tantos segredos a se revelarem a cada esquina com tanta história pra contar através da poesia das ruas!" (Charles Stone)
VISTA DO TERRAÇO ITÁLIA
“São Paulo, até 1910 era uma província tocada a burros. Os barões do café tinham seus casarões e o resto era pouco mais que uma grande vila. Em pouco mais de 100 anos passou a ser a maior cidade da América Latina e uma das maiores do mundo. É pouco tempo. O século XX, para São Paulo, foi o mais veloz e o mais audaz.” (Jane Darckê Avelar)
17.12.09
9.12.09
ESPERANÇA DE PAZ PARA O RIO II
TEXTO DE RICARDO ALBUQUERQUE TRANSCRITO DO JORNAL O DIA. FOTO OBTIDA NESSE MESMO JORNAL.
Quem passa pela Rua Sá Ferreira, em Copacabana, percebe que o cenário é de profunda mudança. No alto do Pavão-Pavãozinho, as obras da Unidade Pacificadora de Polícia (UPP) estão mais aceleradas que as do PAC. Ontem, policiais do Bope se reuniram com moradores para explicar detalhes da ocupação. A menos de 100 metros do encontro, o turista australiano Simon Brown, 39 anos, se divertia fazendo fotos sem medo de ter a câmera roubada ou de ser advertido por algum traficante.
“Era comum um ‘avião’ do tráfico vir aqui no hotel pedir para os turistas pararem de filmar e fotografar a ‘firma’”, recorda Plácido Filho, chefe da recepção do Ducasse Rio Hotel, na esquina da Sá Ferreira com a Ladeira Saint Roman, um dos principais acessos ao Pavão-Pavãozinho. “A UPP foi uma grande sacada, trouxe segurança 24 horas por dia”, analisa.
DESDE A SUA CRIAÇÃO ESTE BLOG SE POSICIONA CONTRA A DITADURA DO TRÁFICO NAS COMUNIDADES. PARA LER NOSSAS OUTRAS MATÉRIAS SOBRE A VIOLÊNCIA NO RIO, CLIQUE NO MARCADOR ABAIXO.
Quem passa pela Rua Sá Ferreira, em Copacabana, percebe que o cenário é de profunda mudança. No alto do Pavão-Pavãozinho, as obras da Unidade Pacificadora de Polícia (UPP) estão mais aceleradas que as do PAC. Ontem, policiais do Bope se reuniram com moradores para explicar detalhes da ocupação. A menos de 100 metros do encontro, o turista australiano Simon Brown, 39 anos, se divertia fazendo fotos sem medo de ter a câmera roubada ou de ser advertido por algum traficante.
“Era comum um ‘avião’ do tráfico vir aqui no hotel pedir para os turistas pararem de filmar e fotografar a ‘firma’”, recorda Plácido Filho, chefe da recepção do Ducasse Rio Hotel, na esquina da Sá Ferreira com a Ladeira Saint Roman, um dos principais acessos ao Pavão-Pavãozinho. “A UPP foi uma grande sacada, trouxe segurança 24 horas por dia”, analisa.
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