FORTE DE COPACABANA


Vale a pena visitar o Forte de Copacabana por várias razões: primeiro, o forte em si é superinteressante; existe um bom museu histórico; a vista que se descortina das praias de Copacabana, Pedra do Arpoador e além é deslumbrante; e tem uma filial da tradicional Confeitaria Colombo ali.

Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco, 1 - Posto 6 (Copacabana).

Telefone: (21) 2287-3781

Site: http://www.fortedecopacabana.com/

Preço: Adultos pagam R$6,00. Estudantes e adultos a partir de 60 anos pagam meio ingresso. Crianças até 10 anos e adultos a partir de 80 anos estão isentos de pagamento.

Horário: Terça a domingo das 10h às 20h (área externa; as exposições se encerram às 18h).

Como chegar: Se estiver hospedado em Copacabana, venha andando (aproveite para visitar depois o Arpoador). Se estiver hospedado em Ipanema, venha andando (e mate dois coelhos de uma só cajadada visitando também o Arpoador). Se estiver hospedado em outro bairro (com acesso ao metrô), pegue a Linha 1 até a Estação Cantagalo e vá a pé até o forte. Você andará um quilômetro e meio.



Ver Forte de Copacabana num mapa maior

Apresentação: Devido à situação geográfica estratégica, já no século XVIII a região de Copacabana-Leme estava integrada ao sistema defensivo da cidade. São dessa época o Forte do Vigia (atual Forte do Leme), o Reduto de Copacabana (sobre a rocha no local das atuais ruas Rodolfo Dantas e Inhangá) e o Reduto do Leme (do qual ainda sobrevivem a muralha e arcos na Ladeira do Leme, que vai da Praça Cardeal Arcoverde até o Shopping Rio Sul). Mas o Forte de Copacabana foi construído mais tarde, no início do século XX, no local onde ficava a igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana. Sua construção em forma de casamata foi um desafio à engenharia militar. As paredes externas voltadas para o mar, de 12 metros de espessura, acolhem os canhões alemães Krupp assentados em cúpulas encouraçadas e giratórias, como lemos no site oficial do forte. 

Em 4 de maio de 1987, o Forte encerrou a sua função bélica, passando a funcionar apenas como museu. Em 1990 foi tombado pelo INEPAC — Instituto Estadual de Patrimônio Cultural. (Informações obtidas em Ivo Korytowski, Guia da Cidade Maravilhosa, Editora Ciência Moderna.)

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