ARPOADOR




O Arpoador é aquela rocha enorme que se projeta no mar no final da Praia do Arpoador, que é a continuação da Praia de Ipanema, como você vê no mapa abaixo.


Horário: Acessível 24 horas por dia (acesso gratuito).

Como chegar: Se estiver hospedado em Copacabana, venha andando (passando antes pelo Forte de Copacabana). Se estiver hospedado em Ipanema, venha andando e, após se deleitar com o Arpoador, vá visitar Copacabana. Se estiver hospedado em outro bairro (com acesso ao metrô), pegue a Linha 1 até a Estação Cantagalo e vá a pé até o Arpoador (passando antes pelo Forte de Copacabana).



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Apresentação: Se você está visitando o Rio em pleno verão, um espetáculo imperdível (e que atrai muita gente) nos dias de céu claro é o pôr-do-sol da Pedra do Arpoador. O pessoal chega a bater palmas ao astro-rei. O sol no horário de verão se põe lá pelas oito, mas chegue uma hora antes.

Mas com ou sem pôr-do-sol, o Arpoador vale uma visita pela vista impressionante, pela intimidade que proporciona com o mar bravio (a rocha avança mar adentro — quando uma onda maior bate na pedra, às vezes a espuma respinga lá em cima), enfim, por toda uma vibe positiva que você sentirá por lá.

O nome Arpoador talvez se deva ao fato de que, no passado, se arpoavam baleias nas águas próximas. A pesca da baleia foi muito comum por aqui no passado. A carne era salgada antes de ser consumida. A língua era uma iguaria apreciada pelos nobres. As barbatanas eram empregadas na confecção de indumentárias como espartilhos e chapéus. Os ossos eram usados na construção. O óleo servia para iluminação e calafetagem de barcos. O primeiro núcleo baleeiro no Brasil colônia surgiu em 1720 no Rio de Janeiro.

Com ondas entre um e dois metros, o Arpoador é um dos “picos” favoritos dos surfistas cariocas, além de receber feras internacionais do surfe no Oakley Rio Surf Pro International, que em outubro de 2010 emplacou seu terceiro ano consecutivo. (Informações obtidas em Ivo Korytowski, Guia da Cidade Maravilhosa, Editora Ciência Moderna.)

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